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Arquivado em: um par de aspas — postado por Antonio Fernando Borges em julho 30, 2007 às

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"Era extremamente formosa; mas o que lhe realçava a beleza era um sentimento de modesta consciência que ela tinha de suas graças, uma coisa semelhante à tranqüilidade da força. Nenhum gesto seu revelava o amor-próprio geralmente inseparável das mulheres bonitas. Sabia que era formosa, mas tinha para si que, se a natureza se havia esmerado com ela, era por uma razão de harmonia e de ordem nas coisas terrestres. Enfear as suas graças parecia-lhe um crime; tirar orgulho delas, frivolidade."

Machado de Assis, sempre.
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