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Arquivado em: um par de aspas — postado por Antonio Fernando Borges em junho 05, 2008 às
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Não gosto de deixar o blogue assim, meio abandonado, como um filho ou bicho de alta estimação a que não se dá a atenção devida. É que os compromissos andam enormes, e a imaginação pequena para alimentar posts que valham.

Mas excesso de trabalho não é sinônimo de angústia ou infelicidade. Pelo contrário: ando cansado, mas feliz. E, enquanto a disponibilidade maior não chega, deixo-os em companhia de mais uma breve (mas consistente) passagem daquele que (depois de Deus e da mulher amada) tem ajudado a encher de encantamento minhas horas mais atribuladas:

"A felicidade perfeita do homem sobre a Terra (se ela um dia acontecer) não será uma coisa plana e sólida, como a satisfação dos animais. Será um equilíbrio exato e perigoso, como o equilíbrio de um romance desesperado. O homem deve ter a medida exata e suficiente de fé para viver aventuras, e a medida exata e suficiente de dúvida para usufruir delas."

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Comentários

De uma fã silenciosa: não demore, sim?

Bom laboro!

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