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    <title>Antonio Fernando Borges</title>
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    <updated>2008-07-02T11:37:25Z</updated>
    <subtitle>A melhor forma de se apreciar um chicote é ter o cabo à mão...</subtitle>
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    <title>&quot;Certezas da Dúvida&quot;-2</title>
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    <published>2008-07-02T09:07:30Z</published>
    <updated>2008-07-02T11:37:25Z</updated>
    
    <summary>Cadê o aquecimento global que estava aqui?! Esfriou...</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
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    </author>
            <category term="provocações" />
    
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        <![CDATA[<center<img alt="iglu3.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/iglu3.jpg" width="531" height="392" /></center>

<p>Agora que (<em>surprise!</em>) descobriu-se que o mundo-passa-fome, resta a pergunta que não quer calar:</p>

<blockquote><em>Que fim levou o aquecimento global, que iria destruir o planeta em dois tempos?</em></blockquote>]]>
        
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    <title>&quot;O Silêncio&quot;</title>
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    <published>2008-06-27T17:07:21Z</published>
    <updated>2008-06-27T19:44:01Z</updated>
    
    <summary>Um minuto de silêncio e um par de aspas para Bruno Tolentino.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center<img alt="tolentino.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/tolentino.jpg" width="350" height="226" /></center>

<p>Para alguns (os piores, sempre) há de parecer absurdo ou contraditório. Mas este blogue interrompe seu silêncio involuntário para vir pedir aos leitores fiéis... "um minuto de silêncio".</p>

<p>Hoje, celebra-se um ano da morte de <a href="http://www.jornaldepoesia.jor.br/btolentino01e.html">Bruno Tolentino</a> -- sem dúvida (embora alguém sempre duvide!) um dos maiores poetas de língua portuguesa.</p>

<p>E, para um grande poeta, não se pode pedir mais do que silêncio -- e um par de aspas, é claro.</p>

<p>Para relembrar algum trecho inesquecível de seu legado, mas sobretudo para impedir que os tolos de cara alegre se animem a falar em seu nome:</p>

<p><br />
<i>"Tudo vai-se acabando, tudo passa<br />
do que é ao que era; é tudo mais<br />
ou menos uns vestígios de fumaça<br />
no espaço do que deixas para trás.</p>

<p>E tudo o que deixaste ou deixarás<br />
de manso ou de repente, sem que faça<br />
diferença nenhuma no fugaz,<br />
é assim como a garoa na vidraça:</p>

<p>intimações de lágrima delida.<br />
Não valeu chorar nada. Nem te atrevas<br />
a lamentar-te à porta da saída.,</p>

<p>pois pouco importa a vida como a levas,<br />
que ela te leva a ti, de despedida<br />
em despedida, a uma lição de trevas."</i></p>

<p><br />
(Tudo bem: o poema é manjado -- mas meu luto não está nem aí para a originalidade. E agora silêncio, um minuto ou mais, pelo Bruno e -- ai! -- por cada um de nós...)</p>]]>
        
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    <title>&quot;A Última Loucura de Mel Brooks&quot;...</title>
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    <published>2008-06-08T17:44:04Z</published>
    <updated>2008-06-09T00:38:51Z</updated>
    
    <summary>Aqui não tem intelequitual: Dicta&amp;Contradicta é uma revista de cultura feita por (e para) gente grande.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="pequenos milagres" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="Camisa%20de%20Forca.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/Camisa%2520de%2520Forca.jpg" width="400" height="320" /></center>

<p>...ou, melhor dizendo, a "mais recente loucura de <a href="http://composeindarkness.blogspot.com/">Martim Vasques da Cunha</a>" é, para quem não sabe, o lançamento de <strong>Dicta & Contradicta  </strong>, caso raro de uma revista brasileira sobre filosofia, literatura, idéias e negócios do espírito que não é feita por <em>intelequituais</em> -- mas por adultos dispostos a tratar os leitores também como adultos.</p>

<p>Editada pelo <a href="hthttp://www.ife.org.br/tp://">Instituto de Formação e Educação</a>, sob a batuta de jovens de fibra como Henrique Elfes, Joel Pinheiro da Fonseca, Rodrigo Duarte Garcia e Martim Vasques da Cunha, <em>Dicta & Contradita </em>é um acontecimento de peso, na contramão da indigência reinante no Brasil-País-de-Todos.</p>

<p>Para não acharem que estou exagerando: você conhece outra revista, editada no Brasil, que trate de Ortega y Gasset, Hayek ou Samuel Johsonn, em textos assinados por <a href="http://www.somosportugueses.com/mch/modules/icontent/index.php?page=135">Mendo Castro Henriques</a>, <a href="http://www.newcriterion.com/">Roger Kimball </a> e <a href="http://www.educativapalestras.com.br/curriculo_ponde.htm">Luiz Felipe Pondé</a>? Um pequeno milagre -- que traz ainda a transcrição da última aula do poeta Bruno Tolentino.</p>

<p>Nosso bravo portal também está presente neste "milagre", com um conto inédito de <a href="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">Antonio Fernando Borges</a>, um artigo do <a href="http://losolvidados.apostos.com/">Paulo Ricardo </a>sobre os filmes de Max Ophüls e um texto de humor do grande <a href="http://puragoiaba.apostos.com/">Ruy Goiaba</a>.</p>

<center><img alt="11019830.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/11019830.jpg" width="300" height="415" /></center>

<p>Quem estiver em São Paulo não deve perder o lançamento de <em>Dicta & Contradicta</em>, nesta terça-feira, dia 10 de junho, às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional.</p>

<p>E para aqueles que acham que a a vida-do-espírito no Brasil é uma causa para sempre perdida, faço minhas as palavras de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Thomas_Payne">Thomas Payne</a>, que o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton">Gordo Alegre </a>adorava repetir: "As causas perdidas são as únicas pelas quais vale a pena lutar". </p>

<p><br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Os Dias Difíceis&quot;</title>
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    <published>2008-06-05T15:11:13Z</published>
    <updated>2008-06-05T15:31:39Z</updated>
    
    <summary>Dias difíceis, idéias de felicidade.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="gkc2.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/gkc2.jpg" width="475" height="332" /></center>

<p>Não gosto de deixar o blogue assim, meio abandonado, como um filho ou bicho de alta estimação a que não se dá a atenção devida. É que os compromissos andam enormes, e a imaginação pequena para alimentar <em>posts</em> que valham.</p>

<p>Mas excesso de trabalho não é sinônimo de angústia ou infelicidade. Pelo contrário: ando cansado, mas feliz. E, enquanto a disponibilidade maior não chega, deixo-os em companhia de mais uma breve (mas consistente) passagem <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton">daquele</a> que (depois de Deus e da mulher amada) tem ajudado a encher de encantamento minhas horas mais atribuladas:</p>

<blockquote><em>"A felicidade perfeita do homem sobre a Terra (se ela um dia acontecer) não será uma coisa plana e sólida, como a satisfação dos animais. Será um equilíbrio exato e perigoso, como o equilíbrio de um romance desesperado. O homem deve ter a medida exata e suficiente de fé para viver aventuras, e a medida exata e suficiente de dúvida para usufruir delas."</em></blockquote>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Admirável Mundo Novo&quot;</title>
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    <published>2008-05-29T21:48:08Z</published>
    <updated>2008-05-29T23:38:54Z</updated>
    
    <summary>Ciência x religião e sentido da vida: ponto para Viktor Frankl.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="curto e grosso" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<p></p>

<center><img alt="2001_460.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/2001_460.jpg" width="460" height="276" /></center>

<p>Em toda esta discussão em torno da liberação de <a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2008/05/29/maioria_dos_ministros_vota_favor_de_embrioes_em_pesquisas_com_celulas-tronco-546558379.asp">pesquisas com células-tronco</a> (quase toda ela apoiada em tolices e sofismas primários), o que mais me espanta é a idéia (positivista) de que a razão (científica) ajuda a combater o "obscurantismo" das religiões. </p>

<p>Sem ânimo, tempo nem bagagem para mergulhar a fundo no debate (o que, aliás, também não vem sendo feito nem pela imprensa nem pelos <em>dotôres</em> do Supremo), limito-me a transcrever as palavras geniais do médico psiquiatra judeu austríaco <a href="http://logotherapy.univie.ac.at/"><strong>Viktor Frankl</strong></a>, a respeito da (ir)responsabilidade dos cientistas:</p>

<blockquote><em>"Não foram apenas alguns ministérios de Berlim que inventaram as câmaras de gás de Maidaneck, Auschwitz, Treblinka: elas foram preparadas nos escritórios e salas de aula de filósofos e cientistas niilistas -- entre os quais se contavam e se contam alguns pensadores anglo-saxões laureados com o Prêmio Nobel. É que, se a vida humana não passa do insignificante produto acidental de umas moléculas de proteína, pouco importa que um psicopata seja eliminado como inútil e que ao psicopata se acrescentem uns quantos povos inferiores: tudo isso não é senão raciocínio lógico e conseqüente."</em>
</blockquote>

<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viktor_Frankl">Frankl</a> era judeu, como Marx, Freud e outros tantos <em>intelequituais</em> que contribuíram para a construção deste pesadelo. Mas, ao contrário de seus patrícios, ele se manteve fiel justamente à tradição religiosa judaica, uma das fontes preciosas (e nada obscurantista) de sua busca do sentido da vida. </p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;De Consolatione Philosophiae&quot;-3</title>
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    <published>2008-05-28T16:10:50Z</published>
    <updated>2008-05-28T16:19:35Z</updated>
    
    <summary>Da série &quot;Barriga não é documento&quot;. </summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="pequenos milagres" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="obesidade_botero_img001%20-%202.gif" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/obesidade_botero_img001%2520-%25202.gif" width="444" height="357" /></center>

<p><em>Nem o conservadorismo nem o excesso de peso são suficientes para que eu me considere um <a href="http://antoniofernandoborges.apostos.com/2008/05/herectics.html"><strong>Chesterton</strong></a>. Ninguém é perfeito... Mas vai que ajudam?</em></p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Heretics&quot;</title>
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    <published>2008-05-28T09:13:40Z</published>
    <updated>2008-05-28T09:40:58Z</updated>
    
    <summary>Um escritor de fibra, contra inteligências vulgares.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="oops!" />
            <category term="provocações" />
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="Gkcbrown.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/Gkcbrown.jpg" width="281" height="395" /></center>

<p>As inteligências vulgares não percebem, mas <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton"><strong>G. K. Chesterton</strong></a> foi (é) um pensador ousado, em nada parecido com os desfibrados <em>philosophes </em>atuais. </p>

<p>Zeloso como todo bom combatente, Chesterton enfrentava sem medo (e com brilho) os leões de seu tempo, <em>intelequituais</em> de altíssima reputação -- Bernard Shaw, H.G.Wells, Sigmund Freud, Karl Marx <em>et caterva</em> -- mas que eu mal considero dignos de <em>links</em> num blogue.</p>

<p>Relendo-o (como já expliquei <a href="http://aqhttp://antoniofernandoborges.apostos.com/2008/05/o_menino_do_dedo_verde_1.htmlui">aqui</a>) para participar de um ciclo de <a href="http://pahttp://www.ceu.org.br/novo/pagina_view.php?id=13lestras">palestras</a> na Livraria Cultura, em São Paulo, encontrei mais esta pérola, que divido com vocês:</p>

<blockquote><em>"Que os homens e os animais são iguais é, em certo sentido, um truísmo. Mas que, sendo tão iguais, sejam tão disparatamente diferentes – eis o choque e o enigma. O fato de um macaco ter mãos é muito menos interessante para o filósofo do que o fato de que, tendo mãos, não faça quase nada com elas."</em></blockquote>
]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Por Quem os Sinos Dobram&quot;</title>
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    <published>2008-05-25T15:59:03Z</published>
    <updated>2008-05-26T11:48:47Z</updated>
    
    <summary>A traição dos intelequituais: um antropólogo comanda as Farcs.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="curto e grosso" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="0306dm.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/0306dm.jpg" width="262" height="400" /></center>

<p>O fato de que o antropólogo Guillermo León Sáenzá, a.k.a. Alfonso Cano, irá assumir o comando das famigeradas <strong>Farcs</strong>, com a morte do no.1 <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u405193.shtml"><strong>Tirofijo</strong></a>, mostra bem a função e o caráter das ciências "humanas" no mundo contemporâneo: destruir a ordem civilizacional acumulada ao longo de milênios pelo Ocidente. </p>

<p>Tudo isso, é claro, em nome de um "outro mundo possível". </p>

<p>Fiéis ao comando do barbudo alemão que cheirava a charuto, esses <em>intelequituais </em>não querem compreender o mundo: querem transformá-lo.</p>

<p>Deus que nos proteja!</p>

<p>Em tempo: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_Donne">a morte de todo homem me diminui </a>(OK, não me esqueci!): afinal, sou parte do gênero humano. Mas, se a caçada e liqüidação de guerrilheiros-traficantes-seqüestradores tiver que ser o preço a ser pago para a restauração da paz e da justiça na Colômbia e na América, que assim seja! Amém.<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>“The Napoleon of Nothing Hill”</title>
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    <published>2008-05-23T09:14:11Z</published>
    <updated>2008-05-23T09:43:15Z</updated>
    
    <summary>O homem que foi Chesterton e a beleza que são as mulheres.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="photo_h.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/photo_h.jpg" width="400" height="325" /></center>
<blockquote><em>"Só quando estamos completamente desesperados é que a <strong>esperança </strong>se revela a verdadeira força." </em></blockquote>

<p><br />
<center><img alt="631808fx9868bsgo.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/631808fx9868bsgo.jpg" width="442" height="320" /></center><br />
<blockquote><em>"Somos nós que fazemos nossos amigos e nossos inimigos, mas é Deus quem escolhe nosso <strong>vizinho </strong> do lado."</em></blockquote></p>

<p><br />
<center><img alt="KatieHolmess.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/KatieHolmess.jpg" width="450" height="337" /></center><br />
<blockquote><em>"A <strong>intolerância</strong> pode ser mais ou menos definida como a indignação dos que não têm opinião formada."</em></blockquote></p>

<p><br />
<center><img alt="shannyn_sossamon.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/shannyn_sossamon.jpg" width="300" height="410" /></center><br />
<blockquote><em>"O abismo entre o homem e as outras criaturas pode ter uma explicação natural – mas é um <strong>abismo</strong>."</em></blockquote></p>

<p>Alguns <em>closes</em>, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton">chestertonianos</a> e femininos (atendendo a irrecusáveis pedidos): para o seu deleite...</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;O Menino do Dedo Verde&quot;</title>
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    <published>2008-05-22T11:25:37Z</published>
    <updated>2008-05-26T11:49:56Z</updated>
    
    <summary>Chesterton e uma visão sadia da Natureza. </summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="hulk-from-the-movie.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/hulk-from-the-movie.jpg" width="335" height="388" /></center>

<p>O acaso (cujas preferências ecológicas desconheço) pôs diante de mim, ontem à noite, este <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=2347957&sid=0153164611051710339770732&k5=F46CCFA&uid= ">trecho</a> magnífico de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G._K._Chesterton "><strong>G. K. Chesterton</strong></a>, cujos livros ando revisitando, para participar de <a href="http://www.ceu.org.br/novo/pagina_view.php?id=13">um ciclo de palestras</a> em São Paulo. </p>

<p>Teve, para mim, o efeito balsâmico de um antídoto contra a recente enxurrada de declarações estapafúrdias, a propósito da posse do <a href="http://www.estadao.com.br/fotos/edferreira-carlosminc.jpg ">ministro</a> colecionador de coletes e tolices. </p>

<p>Deliciem-se com o "gordo-alegre": <br />
	<br />
<blockquote><em>“Só o sobrenatural pode assumir uma visão sadia da Natureza. A essência de todo panteísmo, evolucionismo e religião cósmica moderna está realmente nesta proposição: que a Natureza é nossa mãe. Infelizmente, se você considerar a Natureza como mãe, vai descobrir que ela é madrasta. O ponto principal do Cristianismo era este: que a Natureza não é a nossa mãe – a Natureza é nossa irmã. Podemos sentir orgulho de sua beleza, já que temos o mesmo pai; mas ela não tem autoridade sobre nós; devemos admirá-la, não imitá-la.”</em></blockquote><br />
</p>]]>
        
    </content>
</entry>
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    <title>&apos;Sobre o Ofício de Escritor&quot;</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://antoniofernandoborges.apostos.com/2008/05/post_19.html" />
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    <id>tag:antoniofernandoborges.apostos.com,2008://36.24809</id>
    
    <published>2008-05-19T22:38:02Z</published>
    <updated>2008-05-19T23:37:33Z</updated>
    
    <summary>Escritor bom é escritor regulamentado!</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="oops!" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="408.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/408.jpg" width="400" height="287" /></center>

<p>Um projeto de lei que regulamenta a profissão de escritor <a href="http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2008/05/19/regulamentacao_da_profissao_de_escritor_rejeitada-427450877.asp">acaba de ser rejeitado </a>pela Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara, lá em Brasília.</p>

<p>É preciso estar de olhos sempre bem abertos contra esta estrovenga, caros amigos escritores, leitores e homens de bem em geral.</p>

<p>O projeto (no. 4641/98) estabelece normas para o exercício da profissão de escritor -- e já tinha sido sido aprovado pela <strong>Comissão de Educação e Cultura</strong> (!!) da Câmara. Há 15 dias, foi votado na Comissão de Trabalho, que a rejeitou, sob  alegação de que não existe uma profissão específica de escritor e que a legislação brasileira já asseguraria os direitos dos escritores sobre suas obras. </p>

<p>O texto vai agora para a <strong>Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania</strong>. </p>

<p>Todo cuidado é pouco... Lembrem-se do que aconteceu com a profissão de jornalista: exercida tradicionalmente pelas melhores cabeças nacionais, acabou ficando restrita a um punhado de idiotas com <em>diproma</em> universitário de Comunicação Social. </p>

<p>(Com as louváveis exceções de praxe, é claro.)</p>

<p>Coisa de político que adora regulamentações e policiamentos em geral. Autoritários vocacionais. Como os nossos queridos legisladores...<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;De Consolatione Philosophiae&quot;-2</title>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://antoniofernandoborges.apostos.com/2008/05/de_consolatione_philosophiae_1.html" />
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    <published>2008-05-19T18:43:27Z</published>
    <updated>2008-05-19T23:28:07Z</updated>
    
    <summary>Ivo Barroso e a gastronomia canina.</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="pequenos milagres" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="436115786_71e61e79d1_m.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/436115786_71e61e79d1_m.jpg" width="240" height="180" /></center>

<p><br />
Todas as vezes em que tento a desistência, pensando (por antecipação) que a Literatura vai acabar em breve e que o famigerado "gosto popular" vai tomar conta de tudo, como um grande esgoto universal, lembro-me das palavras de meu querido amigo <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=74849&sid=0153164611051710339770732&k5=17772653&uid="><strong>Ivo Barroso</strong></a>, poeta e tradutor finíssimo, sinalizando que nem tudo afinal está perdido:</p>

<blockquote><em>"Cachorro só come osso porque não dão carne pra ele!"</em></blockquote>

<p>(Grande Ivo! Que os anjos digam: "Amém!")</p>

<p>((E agora que não têm mais desculpas, mãos à obra, seus preguiçosos!))<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Histórias da Meia-Noite&quot;</title>
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    <published>2008-05-16T16:06:40Z</published>
    <updated>2008-05-16T16:16:03Z</updated>
    
    <summary>Relíquias de Brasil Novo: Machado de Assis traduzido... para o português. </summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="oops!" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<center><img alt="machado_de_assis1.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/machado_de_assis1.jpg" width="295" height="405" /></center>

<p><br />
Graças à comemoração do centenário de morte do casmurro escritor do Cosme Velho, finalmente seus livros começam a ser traduzidos... para o português.</p>

<p>Para conferir, é só clicar <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/"><strong>aqui</strong></a>.</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Obrigado por fumar&quot;: a volta</title>
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    <id>tag:antoniofernandoborges.apostos.com,2008://36.24726</id>
    
    <published>2008-05-14T19:13:13Z</published>
    <updated>2008-05-14T19:33:58Z</updated>
    
    <summary>É proibido fumar! (Mas maconha pode...)</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="curto e grosso" />
    
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        <![CDATA[<center><img alt="leonor_diosa_protectora.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/leonor_diosa_protectora.jpg" width="356" height="304" /></center>

<p></p>

<p>A vitória da democracia tem sido comemorada, mundo afora, toda vez que um mandatário fardado é deposto ou afastado. Regimes civis, conduzidos por governantes eleitos, seriam hoje maioria no mundo -- um indício (dizem os <em>intelequituais</em>) de que a Idade Contemporânea pode ser definida pelo aumento crescente das liberdades políticas, coletivas e pessoais.</p>

<p>Sério?!</p>

<p>Em face dos últimos<a href="http://oglobo.globo.com/rio/mat/2008/05/13/prefeitura_do_rio_decide_proibir_fumar_em_recintos_fechados-427365704.asp"> acontecimentos</a>, seria o caso de perguntar de onde essas pessoas tiram suas teorias esdrúxulas, e o que eles entendem, afinal, como <em>liberdade</em>?</p>

<p>(Liberdade = o "direito" de obedecer de bico calado?)</p>

<p>O titular deste <em>blog</em> (que <strong>não</strong> fuma) está de luto, ao ver a liberdade individual morrer mais um pouquinho...</p>

<p>É proibido fumar?! Então cabe a pergunta aos defensores da "liberdade de expressão": mas <a href="http://www.marchadamaconha.org/blog/">maconha</a> pode?!!<br />
</p>]]>
        
    </content>
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    <title>&quot;Alegres Comadres de Windsor&quot;</title>
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    <id>tag:antoniofernandoborges.apostos.com,2008://36.24713</id>
    
    <published>2008-05-14T09:19:13Z</published>
    <updated>2008-05-14T10:01:29Z</updated>
    
    <summary>Alegria, ousadia, loteria: teu nome é mulher!</summary>
    <author>
        <name>Antonio Fernando Borges</name>
        <uri>apostos</uri>
    </author>
            <category term="um par de aspas" />
    
    <content type="html" xml:lang="pt" xml:base="http://antoniofernandoborges.apostos.com/">
        <![CDATA[<p><br />
<center><img alt="cannes6.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/cannes6.jpg" width="267" height="400" /></center><br />
<blockquote><em>"Um moralista dizia que as mulheres são extremas: ou melhores ou piores do que os homens."</em></blockquote></p>

<p></p>

<p></p>

<center><img alt="x66150921142934795.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/x66150921142934795.jpg" width="400" height="522" /></center>
<blockquote><em>"Loteria é mulher: pode acabar cedendo um dia."</em></blockquote>

<p></p>

<p></p>

<center><img alt="heigl_laugh.jpg" src="http://antoniofernandoborges.apostos.com/heigl_laugh.jpg" width="443" height="600" /></center>
<blockquote><em>"Mulheres sabem: a ousadia é a primeira virtude masculina."</em></blockquote>

<p><strong><em>Uma (tripla) cortesia de <a href="http://www.machadodeassis.org.br/?q=from_deote_Dod">Machado de Assis</a>.</em></strong></p>]]>
        
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