"Certezas da Dúvida"-2
Agora que (surprise!) descobriu-se que o mundo-passa-fome, resta a pergunta que não quer calar:
Que fim levou o aquecimento global, que iria destruir o planeta em dois tempos?
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Agora que (surprise!) descobriu-se que o mundo-passa-fome, resta a pergunta que não quer calar:
Que fim levou o aquecimento global, que iria destruir o planeta em dois tempos?

As inteligências vulgares não percebem, mas G. K. Chesterton foi (é) um pensador ousado, em nada parecido com os desfibrados philosophes atuais.
Zeloso como todo bom combatente, Chesterton enfrentava sem medo (e com brilho) os leões de seu tempo, intelequituais de altíssima reputação -- Bernard Shaw, H.G.Wells, Sigmund Freud, Karl Marx et caterva -- mas que eu mal considero dignos de links num blogue.
Relendo-o (como já expliquei aqui) para participar de um ciclo de palestras na Livraria Cultura, em São Paulo, encontrei mais esta pérola, que divido com vocês:
"Que os homens e os animais são iguais é, em certo sentido, um truísmo. Mas que, sendo tão iguais, sejam tão disparatamente diferentes – eis o choque e o enigma. O fato de um macaco ter mãos é muito menos interessante para o filósofo do que o fato de que, tendo mãos, não faça quase nada com elas."

Como qualquer ativista da ONG mais fuleira sabe, hoje é Dia do Índio.
Minhas homenagens ao general Augusto Heleno, comandante militar da Amazônia, que com rara hombridade não tem fugido ao dever sagrado de defender a soberania e a integridade do Estado brasileiro, neste lamentável imbroglio da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima.
E abro meu voto:
General Heleno para cacique!

"A esquerda não tem gosto nem mesmo para mulheres. As nossas são mais bonitas."Silvio Berlusconi, ex-primeiro-ministro da Itália e líder do Partido da Liberdade.

"Se a mulher já perdoou seu homem, não deve ficar requentando os pecados dele no café da manhã."Marlene Dietrich, a imperdoável.
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"Há pessoas que retiram tranqüilamente uma ofensa que acabaram de proferir, como quem retira um punhal do ventre do adversário."Jules Renard, incomparável.
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"Não se apresse em perdoar: a misericórdia também corrompe."

"Não me incomodo de viver no mundo dos homens -- desde que eu possa ser mulher nele."
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"Deus deu curvas às mulheres, mas os costureiros efeminados acabaram com elas."
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"Não há mulher que se considere feia."
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"Beleza é poder!"

"Uma mulher bonita e fiel é tão rara quanto a tradução perfeita de um poema: geralmente, uma tradução não é bonita se é fiel e não é fiel se é bonita..."
William Somerset Maugham, (1874-1965), escritor britânico.

"Nas mulheres, o desejo de agradar nasce muito antes da necessidade de amar."
Ninon Lenclos (1615-1705), escritora francesa.

"O cigarro é o substituto voluntário do pensamento."
Arthur Schopenhauer, o filósofo temperamental e fumante.

"A maioria das mulheres sedutoras se entrega a Deus quando o Diabo já não quer nada com elas."
Sophie Arnould, atriz e cantora francesa.

"Mas o que está acontecendo? As mulheres agem como homens e querem ser tratadas como mulheres?!"
Alan Jay Lerner (1918-1987), compositor americano.
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"As mulheres são como os elefantes: nunca esquecem."
Honoré de Balzac, o romancista francês elefantino.

"Gosto de cigarro que me queime a garganta. O fumo suave não passa de um ópio de gafieira".
Nelson Rodrigues, o ululante.

"Se Deus quisesse que raciocinássemos com o útero, para que nos daria um cérebro?"
Clare Boothe Luce, teatróloga americana.

"A mulher entra com seu sexo em todos os empreendimentos da vida. Inclusive no amor."
Karl Kraus, o ácido austríaco.
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"Pensar e fumar são operações idênticas, que consistem em lançar pequenas nuvens ao vento."
Eça de Queiroz, escritor português.

"Minha única restrição aos cigarros é a de que eles já deveriam vir acesos."
Fran Lebowitz, jornalista americana.

"O cigarro não provoca câncer. O câncer é que vive provocando o cigarro."
Millôr Fernandes, escritor brasileiro.
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"Por que esta humildade? Você não é tão importante assim."
Golda Meir (1898-1978), política israelense.

"Eu não escrevo aquilo que eu quero: escrevo aquilo que eu sou."
Clarice Lispector (1920-1977), a inigualável.

Neste dia de Finados, façamos um minuto de silêncio em memória da Literatura Brasileira, que já morreu e não sabe.
Que a terra lhe seja leve! (Vamos à História dos Subúrbios?...)
"A intuição feminina é o resultado de milhões de anos sem pensar."
Rupert Hughes (1872-1956), jornalista americano.

"A mulher começa resistindo aos avanços do homem e termina bloqueando a sua retirada."
Helen Rowland (1875-1950), jornalista americana.
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"A intuição é esse estranho instinto que permite à mulher saber que está certa, mesmo que ela não esteja."
Helen Rowland (1875-1950), jornalista americana.

"Toda garota com cérebro deveria fazer alguma coisa com ele, além de pensar."
Anita Loos (1889-1981), escritora americana.

"Pessoas bonitas contam com certa imunidade que quase as dispensa de terem uma moral."
Thomas Mann, o feio.
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"Se as mulheres querem se comportar como homens, por que não se comportam como homens bem educados?"
Edith Evans (1888-1976), atriz inglesa.

"A vida é dura: os homens não gostarão de você, se você não for bonita - e as mulheres não gostarão de você, se você for."
Agatha Christie, a dama dos mistérios.

"Ela era daquela casta de mulheres que riem do sol e dos almanaques. Cor de leite, fresca, inalterável, deixava às outras o trabalho de envelhecer. Só queria o de existir."
Machado de Assis, o casto.

"As mulheres levam uma vantagem injusta sobre os homens: quando não conseguem o que querem sendo inteligentes, conseguem sendo burras."
Yul Brynner, ator e careca.

"Existem duas espécies de mulheres: as que querem o poder no mundo e as que querem o poder na cama."
Jacqueline Onassis, a poderosa.

"Antes das feministas, nunca tinha me passado pela cabeça que as mulheres eram um ser inferior."
Katharine Hepburn, a superior.

Sempre que se traz à tona a eterna discussão sobre o papel e a responsabilidade dos meios de comunicação na sociedade, é fácil perceber que um dos pontos mais fundamentais fica sempre de fora: até que ponto a mídia pode ser efetivamente democrática?
Quem se dispuser de fato a responder a essa pergunta-chave, com a necessária dose de sinceridade e coragem, vai constatar surpreso: o escritor francês Georges Bernanos tinha razão, quando escreveu que a democracia não é o oposto da tirania – mas sua causa mais profunda.
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Nenhuma razão para espanto: é cada vez mais difícil separar inteiramente as idéias de mídia (como hoje a entendemos) e de pensamento dominante (quer dizer: da maioria).
Na verdade, a primeira apenas sacramenta o que o segundo efetivamente significa: um outro nome para a idéia moderna de democracia, que atende também pelos “apelidos” de gosto médio e senso comum.
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Quando o homem substituiu o essencial pelo contingente, o universal pelo conjuntural e o eterno pelo histórico, estava abrindo caminho para o jornalismo diário, e para a plena realização do homem-massa anunciado por Ortega y Gasset.
Dentro dessa linha de raciocínio, pode-se dizer então que em certo sentido a mídia já nasceu totalitária – na acepção rigorosa do vocábulo: “adj. f.: que não admite divisão” (cf. dicionário Houaiss).
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Ao contrário do que tanta gente imagina e apregoa, a imprensa não surgiu destinada a ser o território livre da discussão e da diferença – mas apenas para retroalimentar o comportamento da maioria, a vontade numericamente predominante.
Em suma: ela se mostrou desde o início a ferramenta principal do pensamento tirânico do Consenso. Não foi à toa que Walter Benjamin (o enfant terrible da Escola de Frankfurt) saudou-a como mensageira do “homem novo”. Ele soube, como poucos, reconhecer todo o potencial de tal veículo, posto a serviço dessa terrível e (à época) ainda pouco conhecida entidade: as massas.

"Qualquer mulher pode ser glamourosa: basta ficar parada e fazer um ar de burra."
Hedy Lamarr, a bela.

Entre os efeitos colaterais provocados pela indústria do best-seller, o mercado editorial nos legou um mito: a boa literatura não vende.
E também, como uma espécie de corolário, a figura romântica do escritor que se recusa a “vender sua arte”, muitas vezes sentindo arrepios diante da idéia de fazer sucesso – o que, para ele, significaria “ser devorado pela máquina”.
O sucesso editorial de grandes autores já derrubou o primeiro mito – Graciliano Ramos, por exemplo, é um sucesso permanente de vendas. Mesmo assim, a figura quixotesca e solitária do “escritor purista” ainda tem muitos representantes entre nós.
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Certa vez, um desses bravos (e geralmente jovens) autores chegou a me parabenizar pela “honrosa pouca vendagem” de meus livros! E ainda acrescentou, à maneira de um elogio: “É claro que você não gostaria de vender como Dan Brown.”
Na hora, expliquei com paciência que não gostaria de escrever como Brown – mas nada tinha contra vender como ele. Afinal, a boa ou má qualidade de um livro não decorre absolutamente dos resultados financeiros, embora às vezes a recíproca possa ser verdadeira.
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A verdade é que o meu solitário e purista colega de ofício iria respirar um pouco mais aliviado (ou perderia o sono de vez!) se soubesse que...
...Dostoiévski escreveu boa parte de seus grandes romances por encomenda de jornais e editoras – em geral, em troca de algum dinheiro ou do perdão de antigas dívidas. Inclusive, algumas de suas obras-primas (como Crime e castigo, Recordações da casa dos mortos) conheceram primeiro a forma fragmentária do folhetim em capítulos – a telenovela do século 19....graças ao sucesso de suas crônicas, Charles Dickens recebeu a encomenda de escrever um romance de folhetim, As aventuras do Sr. Pickwick, publicado em capítulos num jornal inglês e a partir de um enredo que ia mudando de acordo com a reação do público leitor.
...o português Camilo Castelo Branco (1826-1890) também escrevia para ganhar a vida e sustentar a família. Sob a pressão dessa necessidade de sobrevivência, e sempre por encomenda, nasceram obras-primas como os romances Amor de perdição e Coração, cabeça e estômago, entre outros.
...escriba profissional, nosso Machado de Assis, sempre citado aqui, também escrevia profissionalmente, e ganhou a vida “vendendo” seus contos, crônicas e romances.

Deu na Folha de hoje:
LITERATURA: SARAMAGO E HATOUM CONCORREM A R$ 100 MIL NO RS
Foram anunciados os 11 finalistas do 5º Prêmio Zaffari & Bourbon, que dará R$ 100 mil ao melhor romance em português no dia 27, durante a 12ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo. Entre os concorrentes, estão José Saramago ("As Intermitências da Morte"), Milton Hatoum ("Cinzas do Norte") e Luiz Ruffato ("Vista Parcial da Noite").

"Amizade é como futebol: é coisa para homens..."
Anônimo século XXI.

"A internet é legal, mas, para ler, você ainda precisa de papel. O melhor lugar para ler um artigo longo ainda é o papel."
Tyler Brûlé, jornalista canadense, editor-chefe da Monocle

Bonifácio (do latim bonifacius): aquele que faz o bem.
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Paulo (do latim Paulus): de baixa estatura, pequeno.
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"Não basta ver uma mulher para a conhecer, é preciso ouvi-la também; ainda que muitas vezes basta ouvi-la para não a conhecer jamais."
Machado de Assis, o sensato.

Dia 4 de agosto de 2007 - 14 horas
Ato público contra a corrupção e o governo Lula.
São Paulo - Concentração na Av. Paulista (c/ Pamplona) Rio de Janeiro - Forte do Leme (Copacabana) Vitória - Concentração na Praça dos Namorados (em frente ao iate clube) Brasília - Concentração no Aeroporto JK Curitiba - Concentração na Rua XV, em frente à Praça Osório Belém - Praça do CAN Porto Alegre - Aeroporto Salgado Filho Maceió - em frente ao Tribunal de Contas deAlagoas, na Avenida Fernandes Lima Natal - Aeroporto Internacional Augusto Severo Belo Horizonte - Concentração na Praça da Liberdade Fortaleza - Praça do Ferreira

De uma vez por todas: comentários ofensivos e maliciosos não serão publicados. O que eu escrevi no post inaugural continua valendo:
Aceitam-se: provocações, críticas, contribuições e até comentários.
Exatamente. Mas ofensas, não.
Afinal de contas, aqui nesta birosca, simples mas limpinha, quem manda sou eu!

E a feiúra? Seria por acaso a burrice das mulheres?
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A beleza é a inteligência das mulheres:

A inteligência é a beleza dos homens: